Maicon Perotto
a.k.a. Cookko.
Um rito,
não um show.
Cada set é um rito, um instante raro —
Um portal que se abre entre silêncio e batida.
Sou devoto da pausa que antecede o impacto,
da respiração que prepara a entrega.
Minha música não pede pressa.
Ela pulsa como o coração da terra,
ressoa no vento, no mar, no corpo que se rende.
É house em sua forma mais orgânica.
Progressivo como o tempo que não volta.
Ancestral como o tambor que desperta deuses.
Não busco multidões.
Busco almas.
E quando as encontro, dançamos juntos
como se aquela noite fosse a última —
ou a primeira de todas.
Entre raízes e mares.
Entre raízes e mares, nasce uma sonoridade que não segue fórmulas, mas instintos. Maicon Perotto, também conhecido como Cookko, não é apenas DJ — é um guardião de atmosferas, um contador de histórias que transforma cada apresentação em rito coletivo.
Residente do Maram Beach Garden, encontrou ali um santuário onde música, natureza e pessoas respiram no mesmo compasso. Seus sets percorrem as nuances do house — costurados pela intensidade de quem prefere raridade à repetição.
Sua trajetória atravessa clubs e festivais pelo sul do Brasil, mas é no aqui e agora que sua essência floresce: músicas que não se repetem, que respiram junto ao público, que soam como pequenos manifestos de liberdade.
Cookko não se mede por quantos palcos ocupa, mas pela força que deixa em cada encontro. É underground em sua forma mais pura: raro, intenso, inesquecível.
Sonoridades
Organic House
Texturas naturais, percussão acústica e tambores ancestrais que despertam o corpo.
Progressive House
Construções longas, narrativas hipnóticas e tensão controlada na pista.
Afro House
Raízes percussivas, groove ancestral e calor que move a pista até o nascer do sol.
Minimal
Economia de elementos, espaço e detalhe — onde cada som tem peso e propósito.
Deep Tech
Profundidade hipnótica com texturas eletrônicas, grooves sombrios e atmosfera densa.
Tech House
Energia direta, batidas firmes e suingue eletrônico para manter o corpo em movimento.